A difícil missão do próximo prefeito de Gravatá


Chegar a cadeira do palácio Joaquim Didier em janeiro de 2017 irá exigir do próximo prefeito de Gravatá muito mais do que votos, ganhar a eleição será apenas um passo para um enorme desafio que está por vir nos próximos anos. Gravatá vem de duas administrações desastrosas, que em pouco menos de oito anos foram responsáveis por jogar no “ralo” tudo aquilo que o povo da cidade construiu por mais de duas décadas.

Gravatá deixou de ser a cidade do turismo para ser a cidade do lixo.

Gravatá deixou de ser a cidade da construção civil e passou a ser a cidade do desemprego.

Gravatá deixou de ser a cidade das grandes festas e passou a fazer festa em palhoção.

Gravatá deixou o Natal Luz e criou o Natal Lixo.

Gravatá deixou de ser a cidade de gente feliz e passou a ser a cidade fantasma.

Gravatá abandonou o trânsito e criou os buracos e esgotos estourados.

Gravatá deixou a infraestrutura e criou o Tapa com Barro.

Gravatá deixou de atrair investimentos e passou a fechar seu comércio.

Gravatá abandonou um aterro sanitário e criou um Lixão.

Gravatá deixou as estradas e sucateou maquinas e automóveis.

Gravatá deixou de cuidar dos servidores e acumulou greves e protesto.

Gravatá saiu da tela da Globo e estampou as páginas policiais do jornal.

Gravatá deixou o projeto político e abusou do projeto pessoal.

Gravatá deixou de ser prospera e sepultou a esperança do seu povo.

Enfim, por esses e outros motivos o próximo prefeito do município terá uma difícil missão pela frente, da qual ele não irá resolver em um passe de mágica, será preciso tempo, planejamento, estratégia, força política e acima de tudo vontade de fazer, para só assim conseguir trazer a nossa Gravatá de volta. O principal trabalho da próxima gestão será de arrumar a bagunça deixadas pelos ex-prefeitos Ozano e Bruno, que usaram Gravatá e o povo como cobaias, para fazer experiências desastrosas, para só então começar o trabalho de plantação de novas sementes, com semeio e colheitas fartas no futuro.

Em tempos de crise nacional, esse trabalho se tornará ainda mais difícil para o próximo prefeito, entretanto, Gravatá precisa acima de tudo de um gestor que devolva a ESPERANÇA ao povo.

A cidade não precisa de outro prefeito aventureiro, nem tampouco de um prefeito que usará o município como experiência.

Boa sorte, Gravatá!

Por:

Tyhago Ferreira, 27, universitário. Amante da política local.  

tyhago@me.com | (81) 9.9672-1696


 


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