Possivelmente apoiado pelo “homem da bola de cristal,” Rafael Prequé fala aos internautas gravataenses. Falando da atual gestão e afirmando que o ex-prefeito é rejeitado pela população, Rafael declara que o quantitativo de votos que teve na campanha para deputado federal, é a resposta do povo na decisão para o novo prefeito a ser eleito em 2016.

Rafael esquece que o cenário político muda, quando a questão é uma disputa municipal. Ter um nome difundido na cidade, ter uma herança política, fazem quaisquer candidatos levarem vantagem numa eleição proporcional a nível estadual. Disputar uma prefeitura exige muito mais que um nome, exige relevante trabalho prestado ao povo, deixar um legado marcado na sociedade.

E a família Prequé, que legado tem deixado para Gravatá? Na única oportunidade que teve de governar Gravatá, Luiz Prequé marcou a cidade com uma experiência horrenda. Os funcionários públicos municipais têm essas péssimas lembranças em mente.

A questão que se levanta é: Será que Rafael tem realmente projetos novos para a cidade, como diz? Será que esse desejo de tomar a prefeitura, não é resultado a obsessão do pai, que nunca mais conseguiu se eleger prefeito? E se for eleito, quem governaria Gravatá, ele ou o pai?

O que realmente Gravatá enfrentaria se tivesse o filho Prequé no comando da prefeitura?

Será que ele merece a prefeitura, com o legado que o pai deixou, podendo repetí-lo por meio do filho. Filho de peixe, peixinho é. Filho de Prequé é Prequesinho! Pra ficar igual ao pai, falta apenas o bigodão!

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