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Notícia quente.
É fato que Gravatá está nas lentes,
nos blogues, nas rádios, na web, na tv,
em músicas, em outros estados, em livros,
em revistas, em jornais, no celular… na boca do povo.

Gravatá tem produzido artistas, escritores, políticos,
estudiosos, empreendedores, visionários, artistas plásticos,
gente nas artes visuais, nas artes cênicas, fotógrafos, DJs,
cantores, cantoras, instrumentistas, poetas e poetizas,
gente na moda, nas ciências, nos esportes, na medicina e etc.

São tantas forças importantes mas,ao mesmo tempo,estão distantes
umas das outras e, em muitos casos, não se suportam.
A efervescência de tantos talentos é notória.
A minha queixa, é que, precisam se unir em torno de um propósito
favorável a todas as áreas para o bem comum da sociedade gravataense.
O legado pessoal é muito bom,mas bem mais prazeroso é o benefício a todos
num processo de cultura aberta para as gerações em um só conjunto.

A tarefa de cada um,enquanto cidadão, é contribuir positivamente,
não só pessoalmente mas em um conceito geral e visivelmente efetivo
no tocante ao crescimento intelectual dos que estão em aprendizagem,
para termos uma base bem fundamentada e melhor esclarecida e politizada.
Conceitos voltados a um propósito único de crescimento cultural.
Uma identidade cultural sólida e única.
Temos visto péssimas notícias sobre muitos jovens envolvidos no crime, ou,
simplesmente vítimas dele,por N motivos.
É certo que,além das ONGs, tem algumas pessoas engajadas fazendo um bom trabalho.
Não vou citar nomes por ética e para não ser injusto.

A educação é pregada como o dispositivo que “salva”.
Uma vez que seja verdade, coloca-la no prato, não só dos carentes,
mas à disposição de todos, outros interesses e com liberalidade,
para o sermos identificados como um importante polo cultural do Agreste
ou mesmo de Pernambuco e do Brasil,assim como são Rio de Janeiro e São Paulo.
Bom seria que o turista,ao entrar em Gravatá, se deparasse com tal estrutura
que nos identifique como cidade padrão do conhecimento.
Bela e gentil, Gravatá já é.
E nós?

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