Em meio a crise moral e a inversão de valores que assola o Brasil, mais um parlamentar demonstra o quanto é inútil na construção de uma sociedade melhor; Coisa tão almejada pelos brasileiros de bom senso.

Após a realização do maior ato de imoralidade e desrespeito contra as religiões, fato que aconteceu no último Domingo, em São Paulo, durante mais uma edição da parada gay, ontem alguns parlamentares evangélicos decidiram protestar contra as atrocidades cometidas por ativistas ligados ao movimento LGBT.

Na última Quarta-feira (10), com cartazes mostrando cenas de sexo explícito e imagens sagradas, parlamentares da bancada evangélica interromperam a votação de um dos pontos da reforma política, a análise sobre o fim do voto obrigatório, no plenário da Câmara em uma manifestação contra a profanação da fé.

Os deputados que protagonizaram o protesto, adentraram no plenário gritando as palavras “família” e “respeito”. O encerramento do manifesto foi feito com a oração do “Pai Nosso”. Finalizando, todos juntos, gritaram: Viva Jesus Cristo!

Mas houve quem repudiasse o protesto feito com a oração do Pai Nosso. O Deputado Federal Roberto João Pereira Freire reclamou do ato realizado pelos deputados evangélicos, achando que aquela oração foi um ato de desrespeito. “”Eu respeitei a manifestação mas não pode ter nenhuma reza neste plenário. Tem que se respeitar o plenário”, afirmou.

O que mais  chama a atenção nisso tudo é a hipocrisia de Roberto Freire. Esse cidadão que goza de pelo menos R$ 35 mil por mês, valor pago pelo dinheiro público, além de outras regalias, achou que a oração do Pai Nosso no Plenário da Câmara foi uma falta de respeito.

Certamente, Roberto Freire esqueceu que foi alvo de denúncias no escândalo do mensalão do DEM. Em meados de 2009, ele e toda cúpula do PPS foram acusados pela empresária Nerci Bussamra, na época, diretora da empresa Uni Repro Serviços Tecnológicos LTDA, de chantagear a Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Eles queriam 19 milhões de reais para manter um contrato com a referida secretaria do Distrito Federal…

Diante de tamanha hipocrisia desse “político metralha” ultrajado de bom moço,  que chegou a defender a liberdade religiosa na constituinte, eu só digo uma coisa: Vergonha não é ter deputados orando o Pai Nosso. Vergonha é ter deputado roubando o que é NOSSO!

Ismael Alves
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