Jogo preparado, acordos fechados e comemoração pronta. Assim estavam onze dos quinze vereadores de Gravatá até à última quarta-feira (22), véspera da eleição para a nova mesa diretora da Casa Elias Torres. Porém, uma decisão de Antecipação de Tutela, expedida pelo Desembargador Frederico Ricardo de Almeida Neves a favor do atual presidente Pedro Martiniano que suspendeu a eleição alegando um possível “desarranjo” na câmara após uma nova mesa diretora ser eleita. Ainda segundo o magistrado, uma nova eleição gera um risco grave a ordem administrativa da casa, gerando demissões ou exonerações de todos os cargos de confiança, gerando instabilidade no funcionamento do legislativo municipal.

Destaque

 

A decisão caiu como um balde de água fria para quem esperava pela eleição que seria realizada na noite desta quinta-feira (23). Muita gente compareceu a casa para acompanhar a reunião que transcorreu normalmente com o vereador Pedro Martiniano presidindo a seção assegurando o cargo sob ordem judicial. O sentimento da maioria dos presentes era um só; “tudo acabou em pizza e quem dá as ordens é que está com o poder”.

Com Pedro mantendo-se no poder, a casa dividiu-se em três “grupos”, dois grupos com 4 vereadores cada e um grupo (leia-se o de Léo Giestosa) com 7 vereadores.

 

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