A cidade de Gravatá ocupa a 139ª posição, entre os 185 municípios Pernambucanos, no levantamento da FIRJAN, que analisa a cada ano, a gestão fiscal das mais de cinco mil prefeituras em todo o Brasil. O índice leva em consideração a Receita Própria, os Gastos com Pessoal, os Investimentos, a Liquidez e o Custo da Dívida dos municípios.

Em 2012, a gestão fiscal de Gravatá ocupada a posição de número 106 no ranking estadual, no ano seguinte a gestão desceu para a posição 139. Nos quesitos Gasto com Pessoal e Liquidez a nota da Gestão Fiscal do prefeito Bruno Martiniano em 2013 é 0. Já a nota no quesito investimentos é de 0,17 pontos. No índice geral a cidade ficou com o conceito “D”, ou seja, o conceito mais baixo da avaliação. Trocando em miúdos, é como se a cidade fosse reprovada nacionalmente em uma prova de Gestão Fiscal.

No ranking nacional a situação é ainda mais crítica, nele a cidade ocupa a posição 4871, ou seja, as últimas posições do

Veja as tabelas abaixo:

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