Muito já se fala em 2016, ano de eleições municipais que promete ser bastante movimentado. Em Gravatá, Agreste de Pernambuco, a disputa pela prefeitura já é o assunto mais evidente.

Quem está no poder vai querer continuar. Quem está fora quer entrar e quem está longe quer se chegar. Mas todos os pré-candidatos têm certeza de uma coisa: Não será moleza para ninguém.

Pouco mais de um ano do início das eleições, a população gravataense já conhece alguns nomes que estão dispostos a travarem a “guerra democrática”  pelo Executivo Municipal.  Como já foi dito, vencer não será fácil para ninguém. Mas para alguém, pode ser ainda mais difícil.

Será que Gravatá absorveria uma terceira opção, vinda de outra cidade? É o caso do Deputado Estadual Waldemar Borges, líder do Governo na Câmara, que tem seu nome circulando entre os possíveis postulantes à prefeitura de Gravatá.

“Montado” em pleno exercício de mais um mandato, gozando de prestígios na cúpula do Governo do Estado, Waldemar “assombra” qualquer concorrente, mas ao mesmo tempo, também é assombrado por qualquer prefeiturável que viva e conheça a realidade do dia a dia de Gravatá.

Ser conhecido nem sempre é sinônimo de ser aceito. Em 2014, por exemplo, contando com o apoio de Bruno Martiniano e várias outras lideranças de Gravatá, Waldemar obteve apenas 4.124 votos para Deputado Estadual na cidade serrana.

Bruno Martiniano vai dar todo o seu gás para ser reeleito. Vale salientar que, lutar contra quem está com a “máquina” na mão nunca foi tarefa fácil. Por outro lado, Júnior Darita (PTB), homem de confiança do Ministro Armando Monteiro, já deixou bem claro que é uma forte liderança em Gravatá e quer ser prefeito. O vice-prefeito Rafael Prequé, também quer.

Ou seja, Waldemar pode até tentar, mas diante de uma possível candidatura, terá que enfrentar uma série de obstáculos… A começar pela sua “importação” do Recife.

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