Um convite, de amigo querido. Venha passar uns dias com a gente, a cidade é linda, o povo é acolhedor e alegre. Sem contar que domingo é dia das mães. Hesito, dou desculpas, me dou desculpas, ai de mim tão longe de casa. Digo que vou pensar. Lembro lugares mágicos: a mansão do silêncio no Jardim Petrópolis. O soneto de Ben, com seu carinho de mãe zelosa e pronta para mais alguns filhos, mesmo que não sejam do seu ventre caloroso e aconchegante. Mas não é exatamente de mães que eu queria falar hoje e sim de soltar pipa, talvez a maior do mundo, cujo céu, com outros ares, é o seu lugar preferido e, eu, cuidadoso que sou, prendo-a numa linha e não a deixo escapar e ainda faço com que ela gire quantas vezes eu quiser. Este azul celeste de Gravatá, mãe bela e gentil, me fascina. Escrevo a Alex Fabiano, penso no convite mas resolvo ficar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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