E lá vai você com toda satisfação comprar o que deseja ou precisa.
Ao chegar ao estabelecimento escolhido, e as vezes a dedo, se depara
com alguém que nem lhe dirige um olhar.
Essa historinha é baseada em fatos reais.

Gravatá tem mudado muito, parece uma pessoa com transtorno bipolar,
hora está bem entre os amigos e em outro momento despreza o desconhecido
sem ao menos lhe dar a chance de se apresentar como reza a educação que
muitos dizem ser a salvação da sociedade em declínio e em crises.
No calor do momento podemos perder as estribeiras e rasgar o verbo mas,
o melhor é se manter sóbrio para resolvermos as coisas da melhor forma e
ser bem seletivo quanto a muita coisa que precisamos ou desejamos.
Se bem que o critério dos covardes é não ter critério e chutar o pau da barraca.

Hoje vemos uma sociedade que não quer chorar, e muitos estão tão sensíveis que
na primeira oportunidade soltam suas bravatas no ventilador das redes sociais
para captarem seguidores que também passam ou passaram pela mesma situação.
E segue a caravana aumentando a lotação para a próxima parada onde vão debulhar mais
descontentamentos e vãs filosofias sobre os mais variados assuntos ou, pelo menos, sobre o
qualquer assunto que esteja em questão no momento oportuno.
Cada um vai sacar o que tem para atirar com toda precisão possível para não errar… e erram.
Ninguém está acima do bem e do mal, inclusive EU.

Comecei falando sobre mau atendimento, mas veja que uma coisa leva a outra.
A questão é que muitas vezes não sabemos nem sequer chorar sobre o próprio descontentamento.
Não se pode também ficar em resignação absoluta… vá à luta… bata a sua panela.
Por isso a importância de manter o Olho-vivo e o Faro-fino.
Mais um ano de política se aproxima.
Fica a dica.

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