algemas

É com base no sistema de justiça criminal brasileiro
em que se apoiam os opositores da redução da maior idade penal,
segundo o advogado criminalista e professor das Faculdades Integradas Barros Melo,em Olinda,
Doutor Plínio Nunes,cujo pai,Adeildo Nunes,foi juiz aqui na comarca de Gravatá entre 1992 e 1999.
De acordo com o mesmo,a redução não melhora a segurança pública no Brasil
e nem o conflito dos jovens com a lei.
A mídia,por sua vez,amplia a falsa impressão,generalizada na sociedade,
de que homicídio doloso qualificado e crimes bárbaros
envolvem adolescentes com uma participação efetiva.
Bem se vê que esta é uma discussão bem mais aprofundada
do que supõe a rasa e vã filosofia da maioria dos brasileiros.
Bravatas?
Não adianta bater o pé,sem o conhecimento necessário de causa.
Se o crime não compensa,falar sem propriedade é fatal… é mortal.
A educação defasada que o diga.
E uma coisa leva a outra.
Críticos?
Isto não falta.
Mas é aquela história: A lei é dura.
Até mesmo para quem tem boas intenções.
É bom que tenhamos mais autoridades
para efetuarmos mais prisões,mas isso não diminuirá os crimes.
Em Gravatá muitos dos jovens estão ociosos e sem perspectiva,
enquanto outro tanto se diverte. E se não for apenas diversão?
O problema é a criminalidade que pode encontrar espaço onde nem se imagina
e desvia-los a aplaudir “heróis” que morrem de overdose,
em busca de uma pseudo-ideologia com sórdidos fins.
Vamos ajuda-los… ainda há tempo.
Os mais abastecidos de recursos materiais e imateriais,
não devem olhar absolutamente para o próprio umbigo,
defender interesses políticos privados ou partidários apenas.
Claro que há exceções.
Que tal,ficar do lado dos desprovidos,melhorando as políticas públicas
que fazem qualquer cidade avançar rumo a um futuro de igualdade?
O Dr.: Plínio Nunes ainda diz que,se o sistema não deu certo com os que já estão nele,
também não dará certo com a redução da maior idade penal.
Chega de pão e circo para enganar.
Permitam-me citar Ciba:-Bota bosta por dinheiro pra ver o povo enricar.
Estou com os necessitados.
Não emitir opinião é burrice.
Me perdoem se pareço um político falando.
Não tomo partido.
Sou povo também.
Só.

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