A lei da sobrevivência no mundo da política está diretamente vinculada ao poder de agregação. Toda perda de apoio é sinônimo de fragilidade para qualquer político. Mas há perdas que são ainda mais preocupantes, e outras que sequer devem acontecer, pelo fato de causarem danos irreparáveis.

Vendo sua administração no centro de um furacão, a situação do prefeito de Gravatá Bruno Martiniano, tornou-se mais delicada de uns dias para cá. O gestor se vê obrigado a remar contra uma  verdadeira maré alta.

Após o empresário João Machado ter colocado um ponto final na histórica aliança com Bruno, em Junho, as comportas do seu veículo de comunicação, a Rádio Gravatá FM (92,3 MHz) foram abertas até o canto, causando um efeito devastador na gestão de Bruno. Conforme carta aberta a população, João Machado afirma ter rompido “em virtude dos desmandos com a coisa pública, da desastrosa administração de Bruno. Como concessionário  público, não poderia compactuar com esse tipo de coisa, afinal, a imprensa é a voz do povo“, afirmou.

Há um jargão antigo que se refere à emissora como o “canhão do Agreste”. Mais do que nunca, parece que a ocasião atual tem feito jus ao dito popular, que é usado para expressar o pioneirismo e  longo alcance da Gravatá FM. Se olharmos por este lado, digamos que seu calibre é grosso e seu cano alinhado, acertando diariamente o alvo desejado…

E o próximo “cartucho”a ser disparado tem nome e sobre-nome: Edgar Moury, na próxima Sexta-feira (21). O ex-deputado federal quer mesmo é acertar o coração da administração Martiniano.

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