Com mais de R$ 2 bilhões de reais a menos nos cofres de Pernambuco para o ano que vem oriundos do corte feito pela União e na queda de arrecadação estadual, os planos eleitorais do PSB para as eleições municipais de 2016 estão sendo refeitos ou na maioria dos casos descartados. A candidatura do líder do governo Waldemar Borges a prefeitura de Gravatá, Agreste Pernambucano, será um dos pontos analisados pelo Governo e talvez descartado devido a um investimento muito alto para fazer a candidatura de Waldemar decolar na cidade, haja vista que o deputado irá enfrentar uma eleição bastante polarizada entre o atual prefeito Bruno Martiniano e o ex-prefeito Joaquim Neto (que está à frente nas pesquisas).

Todas as áreas do Governo estão sofrendo cortes significativos para a adequação do estado na Lei de Responsabilidade Fiscal. Segundo o próprio Governo, o orçamento da LOA (Lei Orçamentária Anual) sofreu um corte de quase R$ 500 milhões de reais reduzindo drasticamente os gastos com Consultoria, Publicidade e Terceirização de Serviços gastos esses primordiais a qualquer projeto político.

Apenas a campanha de reeleição do prefeito do Recife Geraldo Júlio está assegurada pelo PSB. Os outros projetos estão sendo analisados e engavetados.

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