Sem revelar nomes para não atrapalhar a investigação, a Interpol – Organização Internacional de Polícia Criminal, que já esteve em Gravatá em outra atividade, pode retornar a qualquer momento e não é pelas opções turismo que a cidade oferece.

O motivo é um vereador da cidade de Gravatá, viciado em jogos, que fraudou um cassino americano, com uma dívida exponencial de meio milhão de dólares. A situação vai ficar feia quando o nome do vereador for exposto publicamente, denunciando seu vício em jogatinas e trazendo à tona a bagatela de cerca de US$500Mil que deixou nos Estados Unidos, a famosa terra da oportunidade.

Você já deve ter ouvido o famoso jargão: “Tudo o que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas?” Dessa vez, não! Não mesmo!

A cobrança de dívidas contraídas em países onde jogos de azar são legais pode ser feita por meio de ação ajuizada pelo credor no Brasil, submetendo-se ao ordenamento jurídico nacional. Desde que não ofenda a soberania do estado. Em um precedente, o então ministro, Villas Bôas Cueva, falou sobre a cobrança de dívidas de jogos de azar no exterior: “Não ofende a soberania nacional a cobrança de dívida de jogo, visto que a concessão de validade a negócio jurídico realizado no estrangeiro não retira o poder do Estado em seu território e nem cria nenhuma forma de dependência ou subordinação a outros Estados soberanos.”

Então o que acontece em Vegas, chega em Gravatá. Com direito a vereador viciado em jogo e muito mais.

Continue acompanhando essa cena de filme americano em sua cidade, aqui no Gravatá Hoje!

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